BrPlot – Encontro de Roteiristas

Programação

    Abertura – Mesa 1 | O Roteirista e o Público

    3 de outubro, 19h30, Espaço Itaú de Cinema Augusta 4

     

    É possível pensar que há histórias mais propensas a alcançar um público amplo? Ou é tudo obra de um enorme acaso e sorte? Ou, não importa tanto assim o roteiro, mas a verba de marketing? Para este debate, três autores experientes e com muitas obras populares no currículo: Tati Bernardi, Paulo Cursino e Patrícia Andrade, mediados pela jornalista Ana Paula Sousa.

     

    Ingressos à venda : http://bit.ly/BrPlot1

    • Ana Paula Sousa

    • Patrícia Andrade

    • Paulo Cursino

    • Tati Bernardi

    • Ana Paula Sousa, jornalista, é doutora em Sociologia da Cultura pela Unicamp e mestre em Indústrias Culturais e Criativas pelo King’s College. Trabalhou 20 anos em redações, tendo sido redatora-chefe da Harper's Bazaar, repórter do caderno “Ilustrada”, da Folha de S. Paulo, e editora de cultura da CartaCapital. Hoje, divide-se entre o jornalismo e o audiovisual. Escreve para diversos veículos, coordena o Fórum Mostra Internacional de Cinema de S. Paulo e realiza trabalhos de curadoria.
      Jornalista, autora e roteirista, escreveu mais de 15 filmes, entre eles: 2 Filhos de Francisco (indicação ao Oscar 2006), Era uma vez... (Toronto 2008), À beira do caminho (Melhor Roteiro no Cine PE 2012), Gonzaga – de pai pra filho, Entre irmãs, Salve geral! (indicação ao Oscar 2009), Nise – o coração da loucura, Reza a lenda, e 10 segundos para vencer. Atualmente escreve as cinebiografias de Roberto Carlos e Rita Lee. Na TV, assinou as séries “Preamar” (HBO) e “O canto da sereia” (Rede Globo), entre outras.
      Roteirista de maior bilheteria da retomada, seus filmes já levaram mais de 30 milhões de espectadores às salas brasileiras. Autor e produtor de três grandes franquias do cinema nacional, De Pernas pro ar, Até que a sorte nos separe, e O Candidato honesto. Especialista em humor popular, começou na TV Globo, onde trabalhou por vinte anos e foi colaborador, redator-final e produtor de programas e seriados como “Sai de baixo”, “Sob nova direção”, “A Grande família” e “Os Caras de pau”.
      Escritora, roteirista, colunista e redatora, atualmente está fazendo formação em Psicanálise. Tem, ao todo, oito livros publicados. Depois a louca sou eu, lançado em 2016, foi um best-seller. É colunista da Folha de São Paulo e autora da Rede Globo. Escreveu os longas-metragens Meu passado me condena 1 e 2  e Carlos, o homem perfeito. Para a Rede Globo, escreveu, recentemente, os seriados “Filhos da pátria” e “Pais de primeira”.

    Mesa 2 | Gêneros Narrativos

    4 de outubro, 15h, Espaço Itaú de Cinema  Augusta 4

     

    Uma pergunta central serve de ponto de partida para esta mesa: existe espaço no mercado brasileiro para escrever narrativas de gênero? Como tem sido a experiência dos autores que têm escrito narrativas de terror, suspense, ação e até super-heróis brasileiros? Para esta mesa, alguns dos autores brasileiros mais profícuos dos últimos anos: LG Bayão, Marton Olympio e Gabriela Amaral Almeida, mediados por Jaqueline Souza.

    Ingressos à venda : http://bit.ly/BrPlot2

    • Gabriela Amaral Almeida

    • Jaqueline Souza

    • L.G. Bayão

    • Marton Olympio

    • Gabriela Amaral Almeida é diretora, roteirista e dramaturga. Mestre em Literatura e Cinema de Horror pela UFBA (Brasil) e com especialização em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV) de Cuba, é diretora do thriller O Animal cordial (2016) e do drama de horror A Sombra do pai (2017), projeto com o qual foi selecionada para os Laboratórios Sundance de Roteiro e Direção (EUA, 2014). Nos Estados Unidos, é agenciada pela WME (William Morris Endeavor).
      Desenvolveu o roteiro do longa-metragem Magra de ruim, adaptado dos quadrinhos de Sirlanney Nogueira. Seu roteiro de longa-metragem de horror, Incubo, foi selecionado para o Laboratório Novas Histórias 2018 e foi integrante da Incubadora de Roteiros do Projeto Paradiso, sob a tutoria de Anna Muylaert. Roteirista da série “Boca a boca”, criação de Esmir Filho, original Netflix com lançamento em 2020, é também uma das fundadoras da Tertúlia Narrativa.
      Escritor e roteirista de cinema e televisão, L.G. Bayão escreveu mais de vinte longas-metragens. Entre seus últimos trabalhos, destacam-se Motorrad, de Vicente Amorim (único representante brasileiro no TIFF 2017), Ponte aérea, de Julia Rezende, e O Shaolin do sertão, de Halder Gomes (Melhor Comédia no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro). Além destes, estão previstos para 2018 Minha fama de mau, de Lui Farias; O Doutrinador, de Gustavo Bonafé; e Kardec, de Wagner de Assis.
      Marton Olympio é diretor e roteirista, autor da temporada de 2018 de “Cidade dos homens” e de “Os Experientes” (2019), para a TV Globo. Escreveu os filmes Sequestro relâmpago e Alemão 2 (2020). Foi também roteirista de “Natália” (TV Brasil e Universal), de “As Canalhas” (GNT), do suspense “Santo forte” (AXN), da série de ação “Jungle pilots” (Universal) e redator final de “Prata da casa” (FOX). No final de 2018 dirigiu e escreveu A Dona da banca (Cine Brasil TV.)

    Mesa 3 | Os Direitos do Roteirista

    4 de outubro, 17h, Espaço Itaú de Cinema Augusta 4

     

    Um panorama sobre Direitos Autorais no Brasil. Thiago Dottori, vice-presidente da GEDAR e conselheiro da ABRA, junto com a advogada Paula Vergueiro, especialista em Direito Autoral, falam sobre a atual situação dos direitos de autor no Brasil. Thiago também falará sobre o Direito Autoral no mundo, especialmente na Europa, onde visitou recentemente as Sociedades de Gestão SSA, SWISSIMAGE e SACD.

    Mesa gratuita – Retirada do ingresso no dia do evento

    • Paula Vergueiro

    • Thiago Dottori

    • Advogada atuante na área de Cultura, Mídia e Entretenimento e consultora de Direito Autoral no Brasil e no exterior. Com graduação e mestrado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, concluiu a pós-graduação em Direito do Entretenimento. É consultora jurídica da ABRA e da GEDAR e secretária da Comissão de Direito Autoral do Conselho Federal da OAB, além de conselheira e diretora de Cultura e Eventos da OAB/RJ.
      Thiago Dottori é roteirista, assina o roteiro das séries "Antônia" (Globo), "Destino: São Paulo" (HBO), "Entre o céu e a terra" (TV Brasil), "Desencontros" (Sony) e "Psi" (HBO), indicada ao Emmy de Melhor Série. É um dos criadores de "Pedro e Bianca" (TV Cultura), vencedora do Emmy Kids, "Segredos de justiça" e "Pais de primeira", ambas da TV Globo. No cinema, assina os longas Vips, Os 3, La Vingança, Trago comigo, e Laços, filme brasileiro mais visto de 2018.

    Mesa 4 | Chefes de Salas de Roteiro

    5 de outubro, 15h, Espaço Itaú de Cinema Augusta 4

     

    As salas de roteiro são uma prática criativa cada vez mais comum no ambiente audiovisual brasileiro. Especialmente no âmbito das séries, a criação dos episódios tem acontecido de maneira coletiva. Mas, como funcionam essas salas e, especificamente, qual o papel do chefe de roteiro? Ainda: o chefe de roteiro deve continuar nas etapas de produção, ou seu trabalho acaba junto com o trabalho da equipe de roteiro? Para este debate, teremos roteiristas que já chefiaram equipes em séries produzidas para diferentes players. Chico Mattoso, Felipe Sant’Angelo e Jaqueline Vargas, mediados por Duda de Almeida.

     

    Ingressos à venda : http://bit.ly/BrPlot4

    • Chico Mattoso

    • Duda de Almeida

    • Felipe Sant’angelo

    • Jaqueline Vargas

    • Chico Mattoso é escritor e roteirista. Autor dos romances Longe de Ramiro (Editora 34) e Nunca vai embora (Companhia das Letras), em 2012 foi um dos selecionados para a edição “Os melhores jovens escritores brasileiros”, da revista britânica Granta. É mestre em Escrita Dramática pela Northwestern University (EUA). Cocriador e roteirista-chefe da série “Pico da Neblina” (HBO), foi também um dos criadores de “Pais de primeira” (Globo).
      Com formação em Cinema e Artes Visuais, Duda de Almeida aprofundou-se em roteiro com cursos na Columbia University e na Escola de Cinema de Cuba. É roteirista de “Sintonia” (Netflix), série criada e dirigida pelo KondZilla. Dirigiu, roteirizou e montou o curta-metragem autoral Self (2017), destaque em festivais internacionais para filmes de smartphones. É roteirista e supervisora de roteiro de duas séries de VOD a serem anunciadas ainda este ano.
      Roteirista formado em Cinema pela ECA-USP, criou com Teo Poppovic a série “Feras” (MTV - 2019). Em TV, foi roteirista de “Família imperial”, “Pedro e Bianca” (vencedora do Emmy), “Que monstro te mordeu?” e “Amigo de aluguel”; em cinema, corroteirista de La Vingança. Dramaturgo com mais de 10 peças encenadas, é também diretor e roteirista do premiado curta-metragem Nossos parabéns ao Freitas. Atualmente é chefe de roteiro da série “Irmandade”, que ajudou a criar e desenvolver, e vai ao ar pela Netflix em 2019.
      Jaqueline atua como roteirista há quase 20 anos. Seus últimos trabalhos foram: 3a e 4a temporadas originais “Sessão de terapia” (Globo Play/GNT/Moonshot Pictures), a série “Rua Augusta” (TNT/ O2 Filmes), a novela “Terra Prometida” (Rede Record), “Malhação - viva a diferença” (Rede Globo), a novela “Maria Magdaleña” (Sony International). Seus últimos roteiros de longa-metragem produzidos foram: Querida mamãe (Moonshot Pictures) e Arigó (Moonshot Pictures).

    Mesa 5 | Personagens reais, histórias de ficção

    5 de outubro, 17h, Espaço Itaú de Cinema Augusta 4

     

    Quais são os desafios e estratégias dos roteiristas que se veem diante do trabalho de escrever projetos de ficção, criados a partir de pessoas e histórias reais? Na mesa, roteiristas que têm diversos roteiros criados a partir de personagens reais: Carol Kotscho, Vera Egito e LG Bayão, mediados por Maíra Bühler.

     

    Ingressos à venda : http://bit.ly/BrPlot5

    • Carolina Kotscho

    • L.G. Bayão

    • Maíra Bühler

    • Vera Egito

    • Autora, diretora e produtora de cinema e televisão. Roteirista dos filmes 2 Filhos de Francisco (2005), Flores raras (2013), Não pare na pista – a melhor história de Paulo Coelho (2015), e da série “A Teia” (TV Globo). Além de ter produzido, também é a autora do longa-metragem e da série de ficção “Hebe – a estrela do Brasil”. É presidente da ABRA – Associação Brasileira de Autores Roteiristas, sócia-fundadora da Loma Filmes e autora contratada da TV Globo desde 2011.
      Escritor e roteirista de cinema e televisão, L.G. Bayão escreveu mais de vinte longas-metragens. Entre seus últimos trabalhos, destacam-se Motorrad, de Vicente Amorim (único representante brasileiro no TIFF 2017), Ponte aérea, de Julia Rezende, e O Shaolin do sertão, de Halder Gomes (Melhor Comédia no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro). Além destes, estão previstos para 2018 Minha fama de mau, de Lui Farias; O Doutrinador, de Gustavo Bonafé; e Kardec, de Wagner de Assis.
      Maíra Bühler é roteirista, diretora e mestre em Antropologia. Codirigiu os longas-metragens premiados Elevado 3.5 (2007), Ela sonhou que eu morri (2012) e A Vida privada dos hipopótamos (2014). Seu primeiro longa-metragem com direção solo, Diz a ela que me viu chorar (2019), estreou no True-False (EUA), e foi premiado no Cinéma du Réel (França), Festival Internacional del Uruguay e no Olhar de Cinema (Curitiba). Como roteirista, colabora com Anna Muylaert, Cao Hamburger, Marcelo Caetano, entre outros.
      Vera Egito é roteirista e diretora de cinema e TV formada pela ECA-USP. Seus curtas Espalhadas pelo ar e Elo foram exibidos na Semana da Crítica do Festival de Cannes 2009. Foi corroteirista dos longas-metragens Serra Pelada (2013), de Heitor Dhalia; e Elis (2016), de Hugo Prata. Lançou, em 2016, seu primeiro longa-metragem como diretora, Amores urbanos. Atualmente, finaliza a primeira temporada de “Todxs”, série HBO Originals, da qual é criadora, roteirista e diretora geral.

    Mesa 6 | Originais Brasileiros

    5 de outubro, 19h, Espaço Itaú de Cinema Augusta 4

     

    Onde os autores brasileiros têm buscado inspiração para criar projetos originais e autênticos? Em um cenário em que se produz cada vez mais e se busca mais originalidade, como os autores brasileiros têm criado universos ficcionais a partir das nossas referências? Há mundos inexplorados? O universal está em cada esquina? Para esta mesa, teremos a presença de autores com séries e novelas que estrearam recentemente. Felipe Braga, Maria Camargo e Rosane Svartman, com mediação de Aleksei Abib.

     

    http://bit.ly/BrPlot5

    • Aleksei Abib

    • Felipe Braga

    • Maria Camargo

    • Rosane Svartman

    • Aleksei Abib é diretor, roteirista e um dos principais script-doctors do país. É responsável por roteiros de filmes como A Via Láctea (46ª. Semaine Internationale de la Critique, Cannes). Foi script-doctor de Elena (pré-indicado ao Oscar); De Menor (Melhor Filme no Festival do Rio); do blockbuster Mais forte que o mundo, e do ainda inédito Eduardo e Mônica. Foi analista de projetos no Programa Ibermedia, instrutor de roteiros para o “Profissão repórter”, e consultor do Projeto Paradiso.
      Felipe Braga é criador de “Samantha!” e cocriador de “Sintonia”, da Netflix, e de “Latitudes” e “A Vida fora dos campos” – nomeadas ao International Emmy. Selecionado pela Variety como um dos “Novos Talentos Emergentes da América Latina”, foi roteirista de séries da HBO "Mandrake" e "Destino", e dos longas-metragens Legalize já e Cabeça a prêmio. Sócio fundador da Losbragas, com Rita Moraes, Felipe dirigiu ainda o documentário da HBO Primeiro bailarino e escreveu Marighella, de Wagner Moura.
      Formada em Cinema pela PUC-Rio, é autora das séries “Assédio”, “Dois Irmãos” e “Correio feminino”, e corroteirista dos longas-metragens Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou – vencedor do prêmio de Melhor Documentário no Festival de Veneza, e de Nise, o coração da loucura. Escreveu e dirigiu os curtas-metragens Se meu pai fosse de pedra e O Coração às vezes para de bater, e publicou os livros Dois Irmãos: roteiro da série, O medo e o mar e Preciosas coisas vãs fundamentais.
      Rosane Svartman, formada em Cinema (UFF), com mestrado e doutorado em Comunicação (UFRJ, UFF), dirigiu os filmes: Como ser solteiro, Desenrola, Mais uma vez amor, Tainá 3. Escreveu para o teatro e tem 4 livros publicados. Foi coautora das novelas “Malhação: intensa como a vida”, “Malhação sonhos” e “Totalmente demais”, com 4 indicações ao Emmy Internacional. Atualmente, dirige o filme Pluft, é curadora da Bienal Internacional do Livro RJ e coautora da novela “Bom Sucesso”, da TV Globo.