BrPlot – Encontro de Roteiristas

BrPlot 2018

Em uma parceria do BrLab – desenvolvimento de projetos audiovisuais com a ABRA (Associação de Brasileira de Autores Roteiristas) e com curadoria de Thiago Dottori, desde 2017, é realizado o BrPlot – Encontro de Roteiristas. Este evento é um dos frutos do crescimento do BrLab, uma oportunidade de atender os profissionais que não tiveram seus projetos selecionados ao longo dos atuais 8 anos de existência do laboratório unida à atenção da ABRA à grande demanda por espaços de discussão sobre a questão do roteiro. A fim de colocar em discussão as temáticas, abordagens, conceitos e elementos fundamentais na construção de um roteiro e de seus personagens e também de refletir sobre o mercado de roteiristas no Brasil, realizaremos o segundo Encontro de Roteiristas de 10 a 18 de agosto na FAAP, na Cinemateca Brasileira e no Centro de Pesquisa e Formação do SESC, no qual programamos uma série de palestras, mesas e debates, das quais participarão renomados roteiristas, autores, produtores, entre diversos outros profissionais do audiovisual do Brasil e do exterior.


 

Dia 10/08 às 19h
Mesa de Abertura – FAAP
Entrada Gratuita
R. Alagoas, 903 – Higienópolis | Teatro

Inscreva-se aqui

Dias 11, 13, 14, 15 e 16/08
BrPlot: Centro de Pesquisa e Formação – Sesc SP
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar – Bela Vista

As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo. (Inscreva-se aqui)

 

 

Todas as mesas serão transmitidas pela internet na página do BrLab no facebook: www.facebok.com/brlab 


 

    MESA DE ABERTURA: O autor e a forma da história

    Com: Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi
    Mediação: Cristina Padiglione

    Dia 10/08, às 19h00, na FAAP

     

    São cada vez maiores as possibilidades de expressão de um autor roteirista: de séries curtas a novelas com 150 episódios. Mas, quais as diferenças entre escrever uma novela, uma série, uma minissérie? E se tiver que escolher entre humor e drama, como deve ser o trabalho do roteirista? A ideia determina a forma como a história será contada? Ou, além das narrativas audiovisuais, como buscar inspiração para uma crônica, para uma peça de teatro, um conto ou um romance? Para a mesa de abertura da segunda edição do BrPlot, três experientes autores – Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi – serão mediados pela jornalista Cristina Padiglione, e irão debater os desafios da escrita e as diferentes formas de se contar uma boa história.

     

     

    Inscreva-se aqui

    • Duca Rachid

    • Fernando Bonassi

    • Antônio Prata

    • Cristina Padiglione

    • Duca Rachid iniciou sua carreira de novelista em Portugal, com “A banqueira do povo”, pelas mãos do diretor Walter Avancini. Com o diretor e o autor Walter Dürst, Duca trabalhou em “Tocaia grande”, na TV Manchete, e “Ossos do Barão”, no SBT. Foi quando conheceu Walcyr Carrasco, com quem colaborou em “O cravo e a rosa” (2000) e “A padroeira” (2001). Em 2005, junto com Alessandro Marson e Júlio Fischer, escreveu o “Sítio do picapau amarelo”. Em 2006 inicia uma parceira com Thelma Guedes, com o remake da novela “O profeta”. A parceria segue com “Cama de gato”em 2009, “Cordel encantado” em 2011, e “Joia rara” em 2013.
      Fernando Bonassi nasceu em 16 de novembro de 1962, em São Paulo, Brasil. É roteirista, dramaturgo e escritor de vários livros – entre eles, os romances “Subúrbio” (Ed. Objetiva) e “Luxúria”(Ed. Record), o livro infantil “Declaração universal do moleque invocado”(Ed.Cosac Naify/SENAC) e o livro de contos “SP Brasil” (Ed. Dimensão), os dois últimos finalistas do Prêmio Jabuti. No cinema, destacam-se os roteiros de “Carandiru” (direção de Hector Babenco) e “Cazuza – o tempo não para” (direção de Sandra Werneck e Walter Carvalho);e no teatro, as montagens de “Apocalipse 1,11” (com o Teatro da Vertigem) e “Arena Conta Danton” (para direção de Cibele Forjaz). Vencedor da bolsa de artes do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio), com a qual viveu e escreveu em Berlim em 1998. Foi colunista do jornal “Folha de São Paulo” de 1997 até 2007,e desenvolveu, em parceria com Marçal Aquino, os seriados “Força-tarefa”, “O caçador”, “Supermax” e “Carcereiros”, para a Rede Globo de Televisão.
      Antonio Prata nasceu em São Paulo em 1977. Tem doze livros publicados, entre eles “Meio intelectual, meio de esquerda”(Editora 34, 2010) e “Nu, de botas” (Companhia das Letras, 2013). Em 2013 foi selecionado pela revista Granta como um dos 20 melhores escritores brasileiros com menos de 40 anos. Escreve crônicas aos domingos no jornal “Folha de S. Paulo” e trabalha como roteirista na Rede Globo, onde participou da equipe das novelas “Bang bang” (2006) e “Avenida Brasil” (2012), “A regra do jogo” (2015) e das séries “Os experientes” (2016) e “Sob pressão” (2017). Atualmente desenvolve para a Globo sua primeira série como autor titular, “Pais de primeira”, uma comédia sobre as mudanças que o nascimento do primeiro filho traz à vida de um casal. A série foi criada e é escrita com Chico Mattoso, Thiago Dottori, Bruna Paixão e Tati Bernardi.
      Autora do blog “TelePadi”, parceiro da “Folha de S. Paulo”, Cristina Padiglione escreve sobre TV desde a pré-história da TV paga no Brasil e dos serviços de streaming. Acompanhou, nesses últimos 30 anos, a gigantesca (r)evolução da produção e distribuição de conteúdo audiovisual no país, em formatos e telas diversas. Assinou colunas e reportagens sobre conteúdo televisivo nos jornais “Folha de S.Paulo” e “O Estado de S. Paulo”, no qual também editou o suplemento de TV por dez anos, e nos já extintos jornais “Folha da Tarde” e “Jornal da Tarde”. Ainda no “Estadão”, assinava também o blog “Teleguiados”, e foi professora dos módulos de Crítica de TV no curso de pós-graduação em Jornalismo Cultural da Faap, entre 2010 e 2015.

    MESA 2: O roteiro em games e narrativas imersivas

    Com: Ricardo Laganaro e Arthur Protasio

    Mediação: Sabina Anzuategui

    Dia 11/08, às 10h00, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP

     

     

    O avanço tecnológico abre novos campos de trabalho e exploração estética para os roteiristas. Dois caminhos valem um mergulho na discussão do roteiro: os games e as narrativas imersivas em realidade virtual. Não é de hoje que a indústria de games tem jogos cada vez mais complexos com narrativas meticulosamente trabalhadas por roteiristas especializados. Qual o papel do roteirista na construção de um jogo? Como funciona esse campo de trabalho? Que tipo de especialização os roteiristas que querem trabalhar com games devem procurar? A realidade virtual e a imersão através de óculos também sugerem uma novíssima experiência audiovisual, com possibilidades ainda a serem descobertas. Do documentário à ficção, os óculos e a experiência de imersão total no universo criado estimulam criadores e apontam uma nova revolução estética. Como é o roteiro dessa nova forma e qual o papel do roteirista dentro desse novo mercado? Ricardo Laganaro, que nos últimos anos tem se dedicado exclusivamente ao VR, e Arthur Protasio, experiente em narrativas imersivas e games, trazem um pouco de luz a esses mundos, com a mediação da escritora, roteirista e professora Sabina Anzuategui.

     

    As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo (Inscreva-se aqui).

    • Ricardo Laganaro

    • Arthur Protasio

    • Sabina Anzuategui

    • Ricardo Laganaro, sócio e chief storytelling officer na Árvore Experiências Imersivas, criou a experiência de entrada para o Museu do Amanhã, clipes e vídeos 360º com mais de 60 milhões de visualizações e dirigiu o doc em VR “Step to the line”. O curta estreou no Festival de Tribeca 2017 e foi citado pela Revista “Time” como um dos 5 melhores conteúdos do ano para VR mobile. Em 2018 foi um dos criadores da instalação “Objects in Mirror AR Closer Than They Appear”, indicado na categoria “StoryScapes” em Tribeca. Já palestrou em eventos como SXSW, CCXP e na Assembleia Geral da ONU de 2017.
      Arthur Protásio é contador e amante de histórias. Roteirista na TV Globo e diretor criativo da Fableware, produtora independente especializada em desenvolvimento de conteúdo multiplataforma e transmídia. Seu portfólio inclui a novela “Geração Brasil”, indicada para o prêmio Digital Emmy; o programa de TV colaborativo “Lazinho com você”; experiências em Realidade Virtual, “Angest” e “O rastro VR”; os livros “Negra cicatriz” e “Jogador de mil fases”; os games “Cavaleiros do zodíaco: cosmo cards”, “Holodrive”, “GUTS” e “Sword legacy: omen”, finalista nos festivais BIG, Indie Prize, Quo Vadis e vencedor de Melhor Narrativa no SB Games.
      Escritora e roteirista. É autora dos romances “Calcinha no Varal” (Cia. das Letras, 2005) e "O afeto ou Caderno sobre a mesa" (7 Letras, 2011). Roteirista dos longa-metragens "Uma noite não é nada" (Alain Fresnot, 2018), "Ausência" (Chico Teixeira, 2014), "Jogo das decapitações" (Sérgio Bianchi, 2013), "Como Esquecer" (Malu de Martino, 2010), entre outros. Criadora do canal de vídeos “Exercícios de Criação Literária” (2017) e da série em quadrinhos "Pérolas Perdidas" (2018). Doutora em Audiovisual pela ECA-USP, com tese "O grito de Jorge Andrade: a experiência de um autor na telenovela brasileira da década de 1970" (Ateliê Editorial, 2013).

    MESA 3: Como Montar uma Sala de Roteiro?

    Com: Lucas Paraizo, Mariana Trench e Renata Martins

    Mediação: Gustavo Gontijo

    Dia 11/08, às 14h, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP

     

    Nos últimos anos, as séries se tornaram uma espécie de coqueluche da narrativa audiovisual, com um público ávido por lançamentos no mundo inteiro. O crescimento do número de players e de produções é notável e, com ele, uma nova forma de criação se estabeleceu, quase como regra, para as séries de TV: as salas de roteiro. De modo geral, somente com uma equipe afiada trabalhando diariamente é possível cumprir a escrita de todos os episódios de acordo com a demanda que as séries impõem. Mas qual o modelo ideal de uma sala de roteiro? Quem deve estar presente, em quais funções? Qual a hierarquia de uma sala? É uma criação coletiva ou conduzida? O que deve ser criado dentro da sala e qual deve ser o trabalho que o roteirista leva pra casa? Quais devem ser os caminhos que um roteirista percorre desde a ideia original até a sala de edição? Lucas Paraizo, Mariana Trench e Renata Martins, três profissionais muito experientes, vão debater sob mediação de Gustavo Gontijo.

     

    As inscrições podem ser feitas no site (link) do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

    • Lucas Paraizo

    • Mariana Trench

    • Renata Martins

    • Gustavo Gontijo

    • Lucas Paraizo é roteirista formado pela PUC-Rio e pela EICTV/Cuba; pós-graduado pela Escola de Cinema da Catalunya e mestre em Artes Cênicas pela Universidad de Barcelona. Na TV, escreveu as séries “A teia”, “O caçador”, “O rebu” e “Justiça”, e atualmente é redator final da série “Sob pressão”. É autor do livro “Palavra de roteirista” e professor de Roteiro na PUC e na EICTV. No cinema escreveu “Laura”, “Gabriel e a montanha” e “Domingo”, de Fellipe Barbosa; “Divinas divas”, de Leandra Leal; “Aos teus olhos”, de Carolina Jabor; “Macabro”, de Marcos Prado; e “Divino amor”, de Gabriel Mascaro.
      Formada em Jornalismo, estudou Dramaturgia na Sala Beckett, em Barcelona, Espanha. Atua como roteirista e script doctor de projetos para cinema e televisão. Escreveu nove séries de TV, entre elas “Pedro e Bianca” (ganhadora do International Emmy Kids Awards, em 2014).
      Renata Martins é formada em Cinema e pós-graduada em Linguagens da Arte pela USP. Foi criadora da premiada websérie “Empoderadas”. Integrou a equipe de roteirista da série “Pedro e Bianca”, ganhadora do Prix Jeunesse Ibero-americano e Internacional. Dirigiu e roteirizou o curta-metragem “Aquém das nuvens”, premiado e exibido em mais de dez países; coordenou o desenvolvimento da série “Rua nove” e é dramaturga do espetáculo “IDA”, da Cia Coletivo Negro. Roteirizou o curta-metragem “Sem asas”, em produção. Coordenou a produção do primeiro seminário nacional "Mulheres Negras no Audiovisual", em 2017. Compôs a equipe de roteirista como colaboradora em “Malhação
      Economista de formação,pela UFRJ, Gustavo Gontijo entrou como roteirista na Globo em 2000, e escreveu diversos programas, como “Video show”, “TV Globinho”, “Roberto Carlos Especial”,e foi o criador, junto com Ivete Sangalo, de “Estação Globo”. Em 2014 foi convidado para a gerência da área de Dramaturgia Semanal, e desenvolveu no período séries como “Sob pressão” (primeira série brasileira selecionada para o Toronto International Film Festival), “Carcereiros” (Grande Prêmio do Júri do MIPTV de Cannes 2017 como Melhor Série do Ano), “Mister Brau”, “Vade retro”, “Supermax”, “Ilha de ferro”, entre outras.

    MESA 4: O que faz um showrunner?

    Com Carolina Jabor, Marcia Vinci e Pedro Aguilera

    Mediação: Giuliano Cedroni

    Dia 11/08, 16h30, no Centro de Pesquisa e Formação  – SESC

     

     

    Uma questão fundamental sobre a condução artística de uma série de TV é a definição de showrunner, aquele que é responsável pelo projeto como um todo, desde o roteiro até a finalização. No consolidado mercado americano, essa figura é, de modo geral, o roteirista criador da série, responsável pelo roteiro, orçamento, filmagem e finalização, e que imprime uma visão autoral do início ao fim do processo. Mas, no Brasil, já podemos dizer que existe um mercado para showrunners? E quais são as qualidades necessárias a um roteirista para se credenciar como um showrunner? Basta escrever os roteiros, ou é preciso ter experiência em outras áreas da produção? A mesa conta com produtores, diretores e roteiristas, todos experientes na produção de séries: Carolina Jabor, Marcia Vinci e Felipe Braga, mediados por Giuliano Cedroni.

     

    As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação (link) ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

     

    • Carolina Jabor

    • Giuliano Cedroni

    • Marcia Vinci

    • Pedro Aguilera

    • Carolina Jabor é diretora de cena, produtora e sócia da Conspiração desde 2000. “Aos teus olhos” (2018), o seu segundo longa, coloca em evidência a polêmica temática do linchamento nas redes sociais. Bem recebido pela crítica, o filme rodou o circuito de festivais nacionais e internacionais, sendo eleito pelo júri a melhor ficção da 41ª edição da Mostra Internacional de Cinema São Paulo e premiado com quatro troféus no Festival do Rio. Já o seu longa de estreia, “Boa Sorte” (2014), foi estrelado por Deborah Secco e João Pedro Zappa. ​Em 2008, em codireção com Lula Buarque de Hollanda, lançou o documentário “O Mistério do samba”, sobre a Velha Guarda da Portela, selecionado para o Festival de Cannes e eleito melhor documentário no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.​ ​Na TV,assinou a direção de episódios da série “Magnífica 70” (HBO), sobre o universo da Boca do Lixo durante a ditadura​. Produziu e dirigiu episódios da série “A Mulher invisível” (Globo), ganhadora do Emmy Internacional na categoria série cômica.​  Em 2018, Carolina assinou a direção artística de “Desnude”, primeira série para TV da plataforma Hysteria, núcleo formado apenas por mulheres dentro da Conspiração.
      Giuliano é diretor de desenvolvimento da Pródigo Films e diretor de ‘Outros Tempos_Velhos’, série da HBO que acaba de ganhar o prêmio de "Melhor Série Documental" no 12º prêmio FIESPS/SESI de Cinema e TV. Iniciou sua carreira em conteúdo no fotojornalismo, e depois migra para a reportagem até se tornar diretor de redação da revista “Trip”. Em 2007 ele deixa as redações para estudar roteiro na Argentina, e em seguida inicia o desenvolvimento de projetos para TV e cinema. Desde então, escreveu e coordenou salas de roteiros,produziu “Oscar Freire 279” (Multishow), “Passionais” (Mais Globosat), “Copa Hotel” (GNT), “Outros tempos 1 e 2” (HBO), “Work in Progress 1 e 2” (Arte1), “O guia” (NatGeo) e “FDP” (HBO), vencedor do prêmio APCA no gênero Série de Ficção. Para o cinema, escreveu os documentários “Coração vagabundo”, “Trinta” e “Motoboys – vida loca”. Recentemente criou e coordenou a sala de roteiro de “Coisa mais linda” para a Netflix – estreia confirmada em 2019 –, e dirigiu a série de documentários “Rompendo em silêncio” (HBO), com estreia em 2018. 
      Sócia e produtora da Coiote Produções com mais de 20 anos produzindo e liderando projetos independentes para TV e cinema, Márcia se especializou em séries de ficção e documentais. A produtora executiva entende claramente a necessidade dos canais, fazendo com que seus projetos tenham qualidade e foco em resultados. Acumula passagens pela Radar, Mixer, Canal GNT/Globosat e O2 Filmes. Entre os principais projetos que atuou, destacam-se as séries ficcionais "Felizes para sempre?", "Psi", "Lili, a ex" e as séries documentais "A verdade de cada um" e "A vaga" e os longas "Pescadores de pérola”, "Gretchen - filme estrada”.
      Pedro Aguilera é roteirista formado pela ECA-USP. Criou e é roteirista de “3%”, série original da Netflix. Desde 2007 escreve para TV em projetos como “SOS Fada Manu”, indicada ao International Emmy Awards, “Historietas assombradas”, “Vida de estagiário” e “Sítio do picapau amarelo”. Escreveu os longas-metragens “Copa de elite”, “La vingança” e “Historietas assombradas”.

    MESA 5: O roteiro e o lugar de fala

    Com: Anna Muylaert, Maton Olympio e Paulo Lins

    Mediação: Juliana Vicente

    Dia 13/08, às 19h, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP

     

    No contexto histórico e político atual, a discussão acerca do lugar de fala na ficção está cada vez mais presente. As perguntas são muitas: quem pode escrever sobre quem? Os roteiristas devem se sentir livres para falar sobre posições sociais que não vivenciam, escrever sobre dramas que não experimentaram? Ou será que cada vez mais é importante a proximidade do autor com o universo retratado? A mesa discutirá os desafios dos autores roteiristas diante das mudanças visíveis e urgentes da sociedade. Na mesa, Anna Muylaert, Marton Olympio e Paulo Lins com mediação da roteirista e diretora Juliana Vicente.

     

     

    As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação (link) ou nas Unidades do Sesc em São Paulo. 

    • Anna Muylaert

    • Marton Olympio

    • Paulo Lins

    • Juliana Vicente

    • Anna nasceu em 1964, em São Paulo, Brasil, e é hoje a mais festejada diretora mulher do cinema brasileiro. Ela também é roteirista e produtora especializada em conteúdo para cinema e televisão. Na década de 1990, ela fez parte da equipe de criação do programa “Castelo Rá-Tim-Bum”, uma das mais bem-sucedidas séries de todos os tempos da TV brasileira para crianças, e que influenciou uma geração inteira. Ela é conhecida internacionalmente pelo filme “Que horas ela volta?” (2015), que ganhou o Prêmio Especial do Júri no Sundance Film Festival e também o Panorama Audience Award na Berlinale 2015 e foi vendido para mais de 30 países. O filme foi também escolhido um dos cinco melhores filmes de língua estrangeira pela National Film Board, entre outros 27 prêmios internacionais. Anna dirigiu e produziu 5 longas-metragens com sua empresa Africa Filmes. Atualmente está em fase de desenvolvimento de seu novo longa-metragem “O Clube das mulheres de negócio”. Desde 2016 é membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
      Marton Olympio é diretor e roteirista, autor da última temporada de “Cidade dos homens” (2018), roteirista da série “Os experientes” (2019), todas para a TV Globo.Também escreveu o longa “Sequestro relâmpago” (2018), de Tata Amaral, lançado pela Globo Filmes. Começou sua carreira em 2010 com a série “Musas”, exibida pelo Canal Brasil, depois com “Natália”(em 2011),e “Nota 10”(com Patricia Kogut). Em 2013 foi um dos autores de “As canalhas” – Melhor Programa de TV pela Revista Veja, em 2014, finalista do Prêmio Contigo de TV – pela GNT, e roteirista de Santo Forte, que recebeu o Prêmio Telas de Melhor Série de Ficção, pela Moonshot/AXN), além da nova temporada de “Canalhas – 2015”para o GNT. Em 2016 foi o redator final de “Prata da casa”(com Diogo Vilela, para o Canal FOX), finalista do Prémio Fénix no México, e de “Natália 2”, 2017.
      Paulo Lins é poeta, romancista, roteirista de cinema e televisão e professor licenciado em Língua Portuguesa e Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É autor dos livros: “Sob o sol”, “Cidade de Deus” (romance que originou o roteiro adaptado indicado ao Oscar), “Esses poetas”, “Desde que o samba é samba” e “Era uma vez”. Como roteirista, trabalhou nos filmes: “Orfeu da Conceição”, com Cacá Diegues;“Quase dois irmãos”, com Lúcia Murat (vencedor do Prêmio APCA de Melhor Roteiro);“Era uma vez”,com Breno Silveira; e “Estrada 47”, de Vicente Ferraz. Para televisão dividiu o roteiro e a direção da série “Cidade dos homens”, com Kátia Lundi. Trabalhou no roteiro da série “Suburbia” com Luiz Fernando Carvalho, e como roteirista na série “Carcereiros”, além de colaborador na telenovela “I love Paraisópolis”, ambas produções da Rede Globo.
      É diretora, produtora e fundadora da Preta Portê Filmes. Formada em Cinema pela FAAP e EICTV em Cuba, dirigiu o curta “Cores e botas”, exibido mundialmente em mais de 50 festivais. Como diretora convidada, integrou o grupo do Berlinale Talents (2015), no Festival de Berlim, mesmo ano em que foi premiada com a coprodução "A Terra e a sombra", no Festival de Cannes. Em 2016 foi contemplada com o edital Rumos Itaú Cultural para a produção do filme “Diálogos com Ruth de Souza”, atualmente em produção, e desenvolve o roteiro de seu primeiro longa de ficção, “Cores de maio”, contemplado no edital de Doctoring da Spcine e participante do BrLab 2017. Na TV, em 2017 lançou a série documental “Afronta!”, em parceria com o Canal Futura e dirigiu a 13a temporada da série “Espelho”, de Lázaro Ramos, exibida no Canal Brasil.

    MESA 6: A escrita do roteiro para audiências globais

    Com: Pedro Aguilera e Rodrigo Teixeira

    Mediação: Thiago Dottori

    Dia 14/08, às 19h00, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP

     

    Num mundo cada vez mais globalizado, as histórias cruzam fronteiras com mais facilidade e rapidez. Mas existe algum tipo de história específica capaz de agradar audiências no mundo inteiro? Quais tipos de drama, de gênero e de tema são capazes de atingir plateias em diferentes países? Há algum tipo de demanda por histórias locais com alcance global? Como identificar uma boa história capaz de viajar? A mesa contará com a participação do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira, que tem produzido filmes de diferentes nacionalidades, e o roteirista Pedro Aguilera, criador do hit global “3%”, mediados pelo roteirista Thiago Dottori.

     

     

    As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação (link) ou nas Unidades do Sesc em São Paulo. 

    • Pedro Aguilera

    • Rodrigo Teixeira

    • Thiago Dottori

    • Pedro Aguilera é roteirista formado pela ECA-USP. Criou e é roteirista de “3%”, série original da Netflix. Desde 2007 escreve para TV em projetos como “SOS Fada Manu”, indicada ao International Emmy Awards, “Historietas assombradas”, “Vida de estagiário” e “Sítio do picapau amarelo”. Escreveu os longas-metragens “Copa de elite”, “La vingança” e “Historietas assombradas”.
      É fundador da RT Features, produtora de cinema e televisão, e produtor. Dentre suas produções, se destacam os filmes “O abismo prateado” (2010), “Frances Ha" (2013), “Alemão” (2014), “A bruxa” (2016),“Severina” (2017) e “Me chame pelo seu nome” (2017). Em 2016, Rodrigo passou a integrar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. Atualmente tem dois projetos em finalização: “Ad astra” (2019), de James Gray, e “A vida invisível” (2019), de Karim Ainouz.
      Thiago Dottori é roteirista desde 1999. Escreveu mais de 80 episódios de séries de TV, como “Destino São Paulo” (HBO), “Segredos de justiça” (TV Globo), “Desencontros” (Sony), “Entre o céu e a terra” (TV Brasil) e “Dicionário de Emília” (TV Globo). Escreveu com Contardo Calligaris todos os episódios das 4 temporadas da série “Psi” (HBO), indicada ao Emmy Internacional como Melhor Drama. É um dos criadores da série “Pedro e Bianca” (TV Cultura), ganhadora do Emmy Kids Internacional e Prix Jeneusse como Melhor Série Infanto-juvenil. No cinema, assina os roteiros dos filmes “Vips” (Melhor Filme no Festival do Rio), “Os 3”, “Trago comigo” e da comédia “La vingança”. É o roteirista de “Laços”, primeiro live-action da Turma da Mônica, com estreia prevista em janeiro de 2019. Atualmente é autor roteirista da TV Globo, para a qual escreve, com Antônio Prata, “Bruna Paixão” e “Chico Mattoso - uma comédia sobre a paternidade”, com estreia prevista para 2018.

    MESA 7: O roteiro para internet

    Com: Tatá Lopes, Pedro Esteves e Manuela Bernardi

    Mediação: Leo Garcia

    Dia 15/08, às 19h00, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP

     

    Um campo cada vez maior para o trabalho do roteirista é a Internet. Através de canais no Youtube ou exibição nas redes sociais, a audiência em celulares e tablets cresce vertiginosamente. Mas será que existe um jeito específico de escrever vídeos para a Internet? Como a experiência de quem escreve para esse meio pode ajudar os roteiristas que pretendem fazer uma história viralizar e conquistar milhões de visualizações? A mesa convida a roteirista especialista em Social Video Manuela Bernardi, Pedro Esteves, um dos roteiristas do “Porta dos fundos” – o canal brasileiro de maior sucesso na Internet – e a roteirista Tatá Lopes – uma das responsáveis pelo canal de humor “Minutos de sabedoria”, no Youtube, com mais de um milhão de visualizações – mediados pelo também roteirista Leo Garcia.

     

    As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação (link) ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

    • Tatá Lopes

    • Pedro Esteves

    • Manuela Bernardi

    • Leo Garcia

    • Tatá Lopes é atriz, produtora, escritora e roteirista. É autora, produtora, diretora e atriz do espetáculo “Surto”, com mais de um milhão de espectadores. Participou de diversos programas na Rede Globo, assim como nos programas “Jornal Sensacionalista” e “Alucinadas”, no Multishow. É autora do livro “Crônicas de um blog abandonado”. Também participa do livro “O primeiro a gente nunca esquece”, de Washington Olivetto. Assina, junto com Adeline Ramalho, o canal de humor “Minutos de sabedoria”, no Youtube, com mais de um milhão de visualizações e um dos episódios de “Canalhas”, seriado do GNT. Hoje é roteirista do novo “Zorra”, da Rede Globo.
      Pedro Esteves é um dos nomes que compõe a pequena equipe de roteiristas do canal Porta dos Fundos. Ator há 15 anos, ele sempre levou jeito para o humor. Depois de alguns anos produzindo vídeos de comédia na Internet, ele acabou indo trabalhar na equipe do canal Sensacionalista, no qual desenvolveu ainda mais seu talento para comédia. Hoje ele trabalha ao lado de Fabio Porchat, João Vicente de Castro, Gregório Duvivier e Antonio Tabet na criação dos vídeos do canal, além de séries, filmes e outros grandes projetos. 
      Manuela Bernardi é escritora e roteirista. Escreveu para séries da TV Globo, GNT, Multishow, TBS e History Channel. Foi consultora do concurso NETLABTV na sua edição de 2017, tendo ministrado o workshop de Social Video em três cidades. Recentemente, desenvolveu uma série para celular para o Studio+. Bacharel em Jornalismo pela PUC-Rio, possui mestrado em roteiro (MFA in Writing for ScreenandTelevision) pela University of Southern California (USC), em Los Angeles, realizado através de bolsa Fulbright/CAPES.
      Leo Garcia é sócio da Coelho Voador. Mestre em Roteiro (UPSA - Salamanca, Espanha), escreveu as séries “Sapore d’Italia” (RBS), “Bocheiros” (Prime Box Brazil) e “Werner e os mortos” (Canal Brasil). Destaque para o curta de animação “Ed”, selecionado para mais de 100 festivais e com 27 prêmios. Em 2014, Leo foi selecionado para o Berlinale Talents, e em 2018 lançou nos cinemas dois longas que escreveu e produziu: a ficção “Em 97 era assim” e o documentário “A vida extra-ordinária de Tarso de Castro”, no qual também assina a codireção. Leo é o diretor-geral do FRAPA, o maior Festival de Roteiro da América Latina.

    MESA 8: Roteiro de Animação

    Com: Arnaldo Branco, Phil Parker e Zé Brandão

    Mediação: Keka Reis

    Dia 16/08, às 19h00, no Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP

     

     

    Outro gênero que cresce cada vez mais em número de produções no Brasil é o da animação. Como funciona esse gênero e quais as suas particularidades na escrita? Há diferenças essenciais entre escrever live-action e animação? É preciso se especializar? Para essa mesa, convidamos o roteirista inglês Phil Parker, que na companhia dos roteiristas Arnaldo Branco e Zé Brandão debaterão a questão específica da escrita para a animação, mediados pela roteirista Keka Reis.

     

    As inscrições podem ser feitas no site do Centro de Pesquisa e Formação (link) ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

    • Arnaldo Branco

    • Phil Parker

    • Zé Brandão

    • Keka Reis

    • Arnaldo Branco, escreveu e dirigiu a série "Overdose" (MTV); foi roteirista da TV Globo; é roteirista das séries "Irmão do Jorel" (Cartoon Network), “Oswaldo” (Cartoon Network), "Tromba trem" (Cartoon Network, TV Brasil), “Gigablaster” (Gloob), "Greg news" (HBO), "Terminadores" (Band, TNT e Netflix) “Juacas" (Disney XD, SBT).
      Phil Parker é um dos principais consultores de desenvolvimento de conteúdo da Europa – suas produções incluem “Wallace and Gromit: curse of the were rabbit” e “Hogfather”, de Terry Prachett. Ele co-escreveu “Manou”, um filme de animação atualmente em produção; desenvolveu o longa-metragem de ação alemão/brasileiro “Bach in Brazil” com o diretor Ansgher Ahlers, que alcançou 16 semanas de exibição em cinemas alemães em 2016. Fundou o curso de roteiro de maior sucesso do Reino Unido, e entre os graduados estão vencedores do BAFTA, da Palma de Ouro e indicados ao Oscar. É autor do livro "The art and science of screenwriting" e atualmente está trabalhando em projetos da Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Alemanha e Reino Unido.
      Zé Brandão é sócio fundador do Copa Studio, uma das maiores produtoras de desenhos animados na América Latina. É produtor executivo e roteirista da série "Irmão do Jorel", de Juliano Enrico, campeã de audiência no Cartoon Network. É produtor, autor e diretor da série “Tromba trem”, exibida em mais de 20 países. Foi diretor de animação na série "Historietas assombradas (para crianças malcriadas)" e assina a produção executiva de três novas séries de animação que estreiam em 2018 e 2019. É coordenador do projeto "Estúdio escola de animação", que ministra cursos gratuitos no Rio de Janeiro.
      A roteirista e dramaturga Keka Reis estudou Rádio e Televisão na Unesp e começou a carreira na MTV dos anos 1990, onde escreveu, produziu e dirigiu programas de TV de diferentes tipos e formatos. Atua como roteirista freelancer desde 2006 e já escreveu séries de animação para Nickelodeon, Cartoon Network, Discovery Kids, Gloob e Disney Channel. Foi integrante da oitava turma do Núcleo de Dramaturgia do Sesi/British Council e lançou seu primeiro livro, "O dia em que a minha vida mudou por causa de um chocolate comprado nas Ilhas Maldivas", em 2017 pela editora Seguinte, selo jovem do grupo Companhia das Letras. A sequência do livro está programada para ser lançada no segundo semestre de 2018.

    MESA 9: Eliseo em 100 perguntas

    Convidados: Eliseo Altunaga, Julio Rojas e Iana Cossoy Paro

    Dia 17/08, às 18h30, na Cinemateca Brasileira

     

    Para Julio Rojas, autor do livro “Eliseo em 100 perguntas”, uma conversa com Eliseo Altunaga é uma aula de roteiro, de cinema, de vida e de conexões culturais. Com base em fragmentos das conversas registradas na publicação, finalmente lançada em português com o selo BrLab, essa mesa propõe um encontro do autor do livro com seu homenageado e Iana Cossoy Paro, colaboradora de Eliseo e tradutora da edição brasileira do livro. Em seguida, haverá sessão de autógrafos com Altunaga e Rojas durante o evento do lançamento do livro em português.

    • Eliseo Altunaga

    • Julio Rojas

    • Iana Cossoy Paro

    • Decano da Cátedra de Roteiro de uma das mais importantes escolas de audiovisual do mundo, a EICTV - Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños, em Cuba, Eliseo Altunaga é também Professor Titular Adjunto da Faculdade de Arte de Meios de Comunicação Audiovisual da Universidade de Havana. Ministrando cursos em vários países do mundo, como Guatemala, Chile, Espanha e Nicarágua, Eliseo foi homenageado por sua trajetória e contribuição ao cinema, em particular o cinema chileno, no XXVII Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar. Sua obra como roteirista, ou consultor de roteiro, inclui longas-metragens, séries de televisão e telenovelas, dentre os quais se destacam: “Violeta foi para o céu”, indicado ao prêmio Goya e vencedor nos festivais de Huelva e Sundance, “Machuca”, “Tony Manero”, “Neruda”, “No” (indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro em 2013) e “Uma mulher fantástica”, vencedor do Oscar 2018 como Melhor Filme Estrangeiro.
      Julio Rojas é roteirista de filmes como “Mi mejor enemigo”, indicado para o Premio Goya de Melhor Filme Ibero-americano (2006); “En la cama”, Espiga de Oro de Melhor Filme em Valladolid, e indicado para o Goya de Melhor Filme Ibero-americano (2007); “La vida de los peces”, Colón de Prata de Melhor Roteiro em 2010, em Huelva;Goya 2012 de Melhor Filme Ibero-americano; e “La memoria del agua” em Venice Days, 2015; entre outros. Foi diretor de conteúdos de ficção na TV, docente em diversas universidades chilenas e estrangeiras e professor visitante da Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de Los Baños, em Cuba, durante mais de quinze anos. Julio Rojas também é consultor de roteiro, e por sua análise passaram filmes premiados internacionalmente. Atualmente é coordenador de desenvolvimento de ficção de “Fábula”. Como escritor, acaba de publicar seu primeiro romance "El visitante extranjero" (Penguin Random House, 2018).
      Roteirista, mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP. Formada em Cinema pela EICTV, assina com o diretor Marcelo Muller o longa “Eu te levo” (2017). Colaborou no roteiro de “As duas Irenes” (2017), de Fabio Meira; e dá aulas no Ateliê Bucareste, no Espaço Itaú e na EICTV. É membro do Coletivo Vermelha, que estuda e promove ações relacionadas a participação e representação das mulheres no audiovisual.