3 PUERTOS CINE

Tutores 3 Puertos Cine

  • Fernando Epstein

    Nasceu em Montevidéu, trabalhou como editor de vídeo no início da carreira. Desde 2001 trabalha com montagem e produção, e participou na edição de “Divino amor”, (em desenvolvimento) e “Boi neón” (2016), de Gabriel Mascaro; “Las herederas”, de Marcelo Martinessi; “El 5 de talleres” (2014) e “Gigante” (2009), de Adrián Biniez; “El Bella Vista” (2012), de Alicia Cano Menoni; “Acné” (2008), de Federico Veiroj; “D.F. – destino final” (2008), de Mateo Gutierrez; “Whisky” (2004) e “25 watts” (2001), de Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll.

  • Juliana Rojas

    Roteirista, diretora, montadora e consultora de roteiros. Realizou diversos curtas, dentre eles “O duplo” (Menção Honrosa – Semana da Crítica, Cannes 2012), e o longa “Sinfonia da necrópole” (Prêmio FIPRESCI – Festival Mar Del Plata, 2014). Em parceria com Marco Dutra, realizou os longas “Trabalhar cansa” (Un Certain Regard, Cannes, 2011) e “As boas maneiras” (Prêmio Especial do Júri, Locarno, 2017). Foi roteirista das séries “Supermax” (2016, Rede Globo) e “3% – 2a temporada” (2018, Netflix). Montou os longas “O que se move”, de Caetano Gotardo; “Pulsações”, de Manoela Ziggiatti; “Os días com ele” (co-montagem com Julia Murat), de Maria Clara Escobar; e “Quando eu era vivo”, de Marco Dutra, entre outros.

  • Karen Akerman

    Como montadora, colaborou em mais de 50 filmes, entre longas e curtas. Recentemente montou “O processo”, de Maria Augusta Ramos (Prêmio do Público no Festival de Berlim e IndieLisboa; Melhor Filme pelo Júri Oficial no Visions du Réel, Documenta Madrid e IndieLisboa). Em 2015 recebeu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro para Melhor Montagem de Ficção por “O lobo atrás da porta”, e em 2010 o mesmo prêmio para Melhor Montagem de Documentário por “Simonal – ninguém sabe o duro que eu dei”. Seu trabalho como diretora teve alargado reconhecimento nacional e internacional, com mais de 30 prêmios (Melhor Filme, Direção, Montagem, Fotografia, Som, Inovação Artística, e outros), e foi exibido em mais de 100 festivais, além de museus e galerias, como a Tate Modern (Londres) ou o National Museum of Contemporay Art (Bucareste). Atuou como professora convidada de Montagem, na Academia Internacional de Cinema, e como consultora para filmes em fase de montagem, tanto nacionais como internacionais. Organizou e curou as mostras “Cinema de Montagem I e II”; além disso, produziu 20 curtas e coproduziu 2 longas-metragens.

  • Soledad Salfate

    Soledad Salfate nasceu no Chile, é montadora, e iniciou sua carreira com “Machuca”, de Andrés Wood. De 2005 em diante participou do novo cinema chileno, montando filmes como “Play” (2005) e “El futuro” (2013), de Alicia Scherson; “Bonsai”(2011), de Cristián Jiménez; “Matar a um hombre” (2014), de Alejandro Fernández; “Gloria” (2013) e “Una mujer fantástica” (2017), de Sebastián Lelio – todos eles filmes que receberam diversas indicações e prêmios em festivais internacionais, como Sundance, Berlim e, recentemente, o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Una mujer fantástica”. Por seu trabalho como montadora, recebeu diversas indicações e prêmios nos circuitos Fénix, Pedro Sienna e Platino. Atualmente é docente da Universidade do Chile e realiza filmes para a América Latina e para o exterior.